Uma proposta teórico-prática para tensionar os fundamentos da identidade, deslocar as estruturas da filosofia tradicional e experimentar outros modos de pensamento e vida.
O intuito não é pensar as teorias como elementos estáveis e acabados, mas operar deslocamentos, questionar evidências e produzir travessias. Não buscar confirmar identidades, mas pensar para provocar, produzir fissuras e movimentos.
Um espaço de pensamento articulado a uma prática experimental, que abandona modelos fixos para ensaiar novas configurações possíveis. Aqui, vamos pensar em como transformar a vida num campo de experimentação.
Esta atividade propõe olhar o cansaço não como falha individual, mas um sintoma histórico de nosso tempo. Com Byung-Chul Han, vamos pensar o cenário atual em que não somos apenas controlados, mas convocados a nos otimizar continuamente.
Produzir, performar e melhorar a si mesmo são as palavras de ordem de nosso tempo. A vida segue numa lógica do “feed”, correndo sem fim. Os algoritmos configuram nossos desejos, a subjetividade se torna vitrine e a experiência um conteúdo a ser publicado.
Estamos doentes ou exaustos de um modelo específico de vida?
Como nos tornamos o que somos? E como são produzidas as verdades que nos definem?
Nesta atividade, vamos questionar o que entendemos por "verdade", não como uma essência a ser descoberta, mas efeito de práticas históricas, institucionais e relações de poder-saber, pensando quem a produz, em que condições e quais seus efeitos.
Um convite para deslocar o olhar, percorrendo os mecanismos históricos pelos quais nos tornamos sujeitos, analisando a formação do sujeito moderno e a produção dos saberes, bem como suas operações configurando condutas e modos de vida.




