Atividades de Março

Uma proposta teórico-prática para tensionar os fundamentos da identidade, deslocar as estruturas da filosofia tradicional e experimentar outros modos de pensamento e vida.

O intuito não é pensar as teorias como elementos estáveis e acabados, mas operar deslocamentos, questionar evidências e produzir travessias. Não buscar confirmar identidades, mas pensar para provocar, produzir fissuras e movimentos.

Um espaço de pensamento articulado a uma prática experimental, que abandona modelos fixos para ensaiar novas configurações possíveis. Aqui, vamos pensar em como transformar a vida num campo de experimentação.






Esta atividade propõe olhar o cansaço não como falha individual, mas um sintoma histórico de nosso tempo. Com Byung-Chul Han, vamos pensar o cenário atual em que não somos apenas controlados, mas convocados a nos otimizar continuamente.

Produzir, performar e melhorar a si mesmo são as palavras de ordem de nosso tempo. A vida segue numa lógica do “feed”, correndo sem fim. Os algoritmos configuram nossos desejos, a subjetividade se torna vitrine e a experiência um conteúdo a ser publicado.

Estamos doentes ou exaustos de um modelo específico de vida?

 


 

Como nos tornamos o que somos? E como são produzidas as verdades que nos definem?

Nesta atividade, vamos questionar o que entendemos por "verdade", não como uma essência a ser descoberta, mas efeito de práticas históricas, institucionais e relações de poder-saber, pensando quem a produz, em que condições e quais seus efeitos.

Um convite para deslocar o olhar, percorrendo os mecanismos históricos pelos quais nos tornamos sujeitos, analisando a formação do sujeito moderno e a produção dos saberes, bem como suas operações configurando condutas e modos de vida.

 

 


Vamos traçar um percurso histórico da Grécia Antiga até contemporaneidade, pensando a filosofia como uma ferramenta de leitura do mundo e da vida.
 
Estudar a História da Filosofia nos auxilia a entender como nossos modos de pensar, conhecer e viver foram construídos e transformados ao longo do tempo, além de constatar como algumas ideias se consolidaram como “evidentes” na cultura ocidental.
 
Ao percorrer a história do pensamento ocidental percebemos como aprendemos a pensar, a conhecer, a organizar as ideias, a conceber algo como “verdadeiro”, “científico”, “moral” ou “libertário”. Isso também nos possibilita desmontar essas engrenagens.
 

Romper com Moralismos

Inspirado em Nietzsche, este ebook é um convite para rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte. Para libertar-se das culpas herdadas, de julgamentos que diminuem e regras que seguimos sem questionar...